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A resposta à
pergunta do
título é
sim,
principalmente
se
considerarmos
que o custo
é baixo, e o
bem
segurado,
inestimável.
A comparação
mais comum é
com o seguro
para carros.
Enquanto
esse varia
de 5 a 20%
do valor do
veículo, uma
apólice
residencial
simples pode
começar por
0,06% do
preço do
imóvel e uma
mais
completa por
0,5%, já que
é você quem
escolhe cada
item
segurado e
estipula seu
valor. "É
barato para
a proteção
que
oferece".
Em média, um
apartamento
em cada 100
e uma casa
em 50 são
roubados nas
regiões Sul
e Sudeste,
segundo as
estatísticas
usadas pela
Marítima
para
calcular os
riscos
e custos de
suas
apólices.
Para danos
elétricos,
um dos
problemas
mais comuns,
as ocorrências
são de um
apartamento
em 500 e de
uma casa em
200. Vale
lembrar
que o Brasil
é o campeão
mundial de
incidência
de raios.
Apesar
disso, o
mercado
calcula que
apenas de 4
a 15% das
residências
são
seguradas -
por
desconhecimento,
poucas condições
financeiras
ou falta
dessa
cultura.
Se você quer
se sentir
mais seguro,
comece
procurando
um corretor
cadastrado
pela
Superintendência
de Seguros
Privados (Susep),
já que são
muitos os
tipos de
cobertura.
"Só ele pode
dar o
suporte
técnico
necessário",
diz Diógenes
Donizete, do
Procon-SP.
Em geral,
apartamentos
saem mais em
conta do que
casas. E
residências
de praia ou
campo são
mais caras,
pois ficam
muito tempo
desocupadas.
Os valores
dependem do
risco que se
corre. Faça
simulações
em algumas
empresas
e compare
preços e
serviços. E
leia atentamente
o contrato,
pois sempre
há
exclusões.
Após o
sinistro, a
seguradora
tem um mês
para
o ressarcimento.
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